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FESTA DO FUTEBOL AFRICANO

Com o calendário a assinalar o dia zero na contagem decrescente que separou o país do arranque da Taça de África das Nações, Angola e Mali abrem hoje, às 20h00, no Estádio Nacional 11 de Novembro, a 27ª edição da prova continental.
Desde 1 de Junho sob o comando técnico do português Manuel José, os Palancas Negras descem para o relvado do moderno estádio apostados em surpreender as Águias do Mali, que trazem como referência o facto de terem nas suas fileiras jogadores habituados aos grandes palcos do futebol europeu, com destaque para Kanouté, do Sevilha de Espanha.
Além das honras de primeira partida da festa do futebol africano, o Angola-Mali desta noite encerra em si um ambiente de revanche. Os Palancas Negras esperam vingar, na estreia da nova casa, que vem substituir a mística Cidadela Desportiva, a goleada de 0-4 sofrida em Fevereiro do ano passado, no amistoso disputado na cidade francesa de Lisses, ainda no consulado de Mabi de Almeida.
Certo da desproporcionalidade existente no capítulo individual, o conjunto às ordens de Manuel José aposta no colectivo para superar o adversário. A organização defensiva é o grande trunfo do combinado nacional, que conta com uma estrela especial, o público que promete desequilibrar da bancada.
Começar a ganhar é o desejo dos angolanos, para que seja materializado o desafio de superação do sétimo lugar alcançado na edição passada, no Ghana, com a presença nos quartos-de-final, às ordens de Oliveira Gonçalves.
A desvantagem nas tabelas classificativas, 95º na FIFA e 20º na CAF, quando o opositor é a nível mundial 47º e no continente 7º, não intimida os Palancas Negras, que defendem que o ranking é medido em campo, com a bola a rolar.
Manucho Gonçalves, o goleador contratado pelo Valladolid de Espanha, é a principal referência da equipa, que conta ainda com a experiência de Flávio Amado e a irreverência de Job, a alegria dos adeptos. No banco, além do habilidoso Djalma Campos, um dos destaques da I Liga de Portugal, Manuel José conta com Pedro Mantorras, jogador com ADN de craque mundial, traído pelo destino, e Love Cabungula, o representante solitário do colosso 1º de Agosto.

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